
d’olinda
O PEIXE NO QUEROSENE

só falta o peixe!

mãos abençoadas
Pessoal, gostaria de colocar algumas questões que venho sentindo em relação ao Querosene e ao acontecimento PEIXE assado na rua.
Bem, por falha de comunicação acabei marcando o peixe assado em frente ao Alonso, achávamos que sendo lá a coisa se tornaria mais pública e faria sentido com a presença da caixa instalada no bar. No entanto, de última hora resolvemos mudar o endereço e o peixe foi pro bar da Ieda. Essa sugestão foi “direcionada” pelo Tião. Como as negociações por lá são constantes, e sempre temos que estar atentos e na escuta, julgamos mais coerente aceitar a sugestão de Tião e cambiar o acontecimento-peixe.
Conversei com Euler e, preocupados com as tensões de território e poder, ouvimos Tião que é uma figura que está com o EIA desde o início e quem tinha dado a sugestão de ASSAR O PEIXE desde nossa primeira reunião..

Gi e Guga na produça

PPP: pão, panfleto e peixe!

err… o “outro” peixe, tão efêmero quanto o primeiro
Com essa troca de última hora percebi que – talvez – compareceram mais EIAs do que pessoas do próprio morro. Por um outro lado, os moradores que estavam lá, são de fato, pessoas que de alguma maneira se envolveram com a proposta do jogo e estão inteiramente dispostos para ele. Só pra exemplificar Adão Pinheiro é um deles, ontem mesmo fomos (eu e guga) conhecer suas casa e de início nos ofereceu 4 lugares para receber os particiantes no dia da festa. Além disso, acho mesmo que Tião ficou mais tranquilo que o peixe foi “na mãnha” e que pouco a pouco – sem muito barulho – vamos chegando, com cuidado e respeito…

arte na rua no morro do querosene

Guga tomando conta do que interessa
Neste mesmo dia o Euler teve uma demorada reunião com Dinho Nascimento. E pelo que me parece, conseguimos mais aliados, agora é torcer para que dê certo! De qq forma ainda resta conversar com o pessoal do TREME TERRA…é importante este contato..Ontem mesmo já falei rapidamente com um de seus integrantes – foi Tião quem me apresentou – e o rapaz foi simpático..mas essas coisas não são assim, ainda volto essa semana lá pra resolver isso.

Mari no Morro

EIA!
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agora são 10h20 e a festa . parece que ta acabando,
durante todo o dia partipei de alguns momentos em conta gotas.
passei um tempinho de manhã. , outro a tarde e outro a noite.
agora vou da um ultimo pulo por lá. e esse “metodo” de confraternizar me lembra as folias populares do interior do piauí, que agente entre e sai de casa de acordo com vontade. parcela a festa de conforme o nosso desejo de intimidade ou de interação.
pra mim essa maneira de fruir é dá um sabor bem mais “doce a festa. tendo, também
a exeperiencia de ir na porta ta de casa pra um ver um boi ou outro convidado ou o da casa , passar na rua .
ou tando na rua e ser levado pra casa pelo um boi que vai passar na frente. coisas que a gente vai se habitua espontaneamente e só depois perde e reencontra olha com uma certa conciencia.
outro fator que agrega outra camada a essas percepções, é a projeção da confraternização do eia . aqui ladeira acima e abaixo por ruas tortas como um boi convidado. tudo de bom.
é isso
abs a tods guga
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plano de ação Euler:
4 reuniões coletivas com os diversos grupos de moradores para mapeamento e nesse processo os anfitriões vão amadurecendo a proposta de celebração, Identificação de pautas comuns
Alimentar coletivamente, inclusive com pessoal da região, conteúdo (mapeamento) na internet
Criação de um grupo de anfitriões, o mais aberto possível mas com representatividade, sobre a região
Não focar na pauta específica de um grupo, mas respeitar todas elas, no mapeamento
Não considerar o querosene como um fato em si, mas em seu contexto como sendo parte de sua significação
Trabalhar com sensibilidade e alegria a percepção da cidade, mas também a perspectiva de entender o processo local e somar em alguma pauta se possível
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Relato Floriana
Morro do Querô,
como chamam alguns mais chegados, e os frequendadores do Sarau do Querô. Nem parece que estamos em São Paulo. Silêncio, bom ar e uma brisa daquelas de deixar agente molinho…Nosso destino primeiro: casa do De Olinda, artista pernambucano em terras paulistas regadas por maranhenses arretados e outros baianos tantos.

Configuração que traz muita música e movimento para o Morro, que a 20 anos acolheu os ensaios do Grupo Cupuaçu e já a alguns recebe 3 festas por ano, o nascimento, o batismo e a morte do Boi. Ê BOIIIIIIII!!!!!!!!!! Para os que nunca foram, tá na hora, é uma oportunidade linda de conhecer um pouco das raízes do Maranhão com muita consistência, comprometimento, encantamento, dança, musica e celebração! será este dia 9 de novembro das 10:00 da manhã as 10:00 da noite.

Mas voltando a nossa expedição, chegamos a casa abençoada pela recém pintada Nossa Senhora Aparecida que por sua vez está guardada pelo Divino Espirito Santo. De Olinda retoca os últimos detalhes e prepara tintas para outros pintores que se preparam para deixar impressões nos muros do Querô. Decidimos caminhar, percorrer as ruas e conhecer os grafites que estão sendo finalizados para uma motra a céu aberto organizada pelo prpoprio De Olinda que vai acontecer dia 16 de novembro, segundo ele haverá uma charretes que farão os percursos pelos grafites de diversos artistas e uma festa durante o dia.

Seguimos até um muro quase na Raposo Tavares onde o Tim e outra moça que me escapou o nome estavam grafitando. O Tim é um dos agentes marginais do coletivo Imargem, nosso anfitrião no Gajaú, e logo já se enturmou e deixou uma sementinha grafica/abstrata no Querô. Neste instante veio ao nosso encontro João Meireles, ex-coordenador educativo do Treme Terra, um projeto contemplado pelo VAI que está abrigando diversos grupos e atividades no morro. O João nos contou um pouco da sua visão do morro e de espaço público e deixou bem claro que este é um território comunitário, cheio de acordos de convivência, conquistas, celebração e também disputas. Que nossa presença é bem vinda desde que acordada e as nossa intervenção ali uma questão de conquista.

Vamos andando e chegamos a praça principal, a praça da árvore.
A praça da festa, a praça do bar do seu Alonso, que segundo De olinda é a redação do Bairro, ali dá para saber de tudo, onde tem casa para alugar, onde tá o fulano, como encontrar beltrano, descolar um chuveiro caso o seu tenha quebrado, uma bolacha, uma vassoura ou mesmo tomar umas e outras e seguir para casa com aquele gostinho de quero mais…

Nóis que num é bobo nem nada ficamos ali em reunidos, aí chegou a Daniela Aquino, moradora, percursionista e estudantes de artes do corpo no PUC,
uma anfitriã e tanto, a menina sabe de muita coisa dali e vai fundo… Nos sugeriu algumas peças chave para o jogo:
seu Zé, guardião de uma horta nos fundos da sua casa
Adão pineiro, um cinesta porreta
Maria momenshon, coreografa e guardião de um incrível mirante
Nelson, bica

Para engrandecer nosso encontro e dar-nos boas vindas chegou o Tião Carvalho, contando-nos um pouquinho mais do Morro e do sonho de ocupar as ruas com muita arte, tradição, gente e criatividade.
Pensamos que temos de “chavecar” o morro, deixar-nos penetrar por tudo que já ocorre ali e ir mostrando-nos aos poucos, vendo o que podemos fazer juntos… Surgiram algumas idéias:
1. pernoitar no morro antes e/ou durante a semana de imersão, (a casa o Peetssa está a nossa disposição tem tipo um galpão que rola de ficar uma galera!)
2. finalizar nossa imersão no morro com música na rua, o tião se dispos a nos ajudar.
3. Inspirados pela tradição popular brasileira que antecede as festas populares de pedir “esmolas”, visitar a vizinhança e pedir ajuda para realizar a festança, pensamos em fazer o mesmo a partir da próxima expedição: contatar as pessoas indicadas pela Daniela e pelo Tião bem como os locais apontados por eles e ir visitar-los, nos apresentar, apresentar o jogo e tecer…
EIA lá!
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Pena que não participei dos encontros no Morro, da pexada e tal e não conheci todo esse pessoal trá lá lá.. Quero participar do que vier a acontecer e gostaria muito de realizar em grupo caminhadas atentas e derivas sem previsão de fim.. iniciar uma deriva diurna ou noturna (com ou sem interferências no espaço)evidentemente com abertura para improvisações, ações e desvios e mudanças de planos.. Acho que a comunidade do querô é uma situação fértil para a confluir um “encontro nômade”.. tenho sempre a impressão de que é um lugar pulsante onde a comunidade se apropria da rua, etc… enfim nos vemos lá/aí!
Abraços Danilo
Pena que não participei dos encontros no Morro, da pexada e tal e não conheci todo esse pessoal trá lá lá.. Quero participar do que vier a acontecer e gostaria muito de realizar em grupo caminhadas atentas e derivas sem previsão de fim.. iniciar uma deriva diurna ou noturna (com ou sem interferências no espaço)evidentemente com abertura para improvisações, ações e desvios e mudanças de planos.. Acho que a comunidade do querô é uma situação fértil para a confluir um “encontro nômade”.. tenho sempre a impressão de que é um lugar pulsante onde a comunidade se apropria da rua, etc… Abraços, até mais ver!!!
bacana mesmo, galera. e to nessa ein? como faco pra participar? moro no morro vizinho (tem nome?), Vila Indiana e Jd Rizzo. e ja inicio algum tipo de iniciativa local com vizinhos… e ando pelo bairro tirando fotos e postando no google – http://picasaweb.google.com.br/paulo.diaz.rocha/IlhaVilaIndianaEJardimRizzo#
bom, to chegando, bjs, paulo
oi Paulo, para nos localizar, disk EIA:
9483 9137
abraçao!
Então….e dai?
Morreu na praia (visto do lado mar) ?
AP
Olá!
Nós somos um casal de atores, adoramos o morro, fomos à festa do Boi no fim do ano. ah! a gente adora a Vera que mora aí. Estamos procurando casa pra alugar e nos disseram que aqui é o melhor lugar pra saber. Queremos morar aí, prq além de adorarmos o morro, o Moisés passou na ead, então ele precisa morar perto da USP. Procuramos casa barata aí.
Ajuda a gente aí galera!!!
Valeu!!!
Nosso E-mail: carolinirodriguess@hotmail.com