Ata reunião dia 19- no Bar Chamego
Presentes:
André
Chico
Edu
Fabiana Mitsue
Gisella
Maria
Milena
Pauta
Atualização sobre o JOGO para os presentes
e conversas diversas.
Pensei no seguinte texto para dispararmos, está enorme, mas explica o que temos reunido até agora:
(queria por o logo aqui, mas não aparece no hotmail…)
JOGO EIA 2008
Em 2008, o EIA- Experiência Imersiva Ambiental- iniciou um JOGO urbano. As etapas são: REUNIÕES SEMANAIS, DEBATES (confira programação abaixo) e SEMANA DE IMERSÃO.
O grande diferencial do EIA 2008 em relação aos EIAs anteriores (2004, 2005, 2006) é que este ano não receberemos projetos. A idéia é que as pessoas venham para São Paulo jogar.
O JOGO já começou e novos jogadores podem entrar a qualquer instante. O JOGO é aberto e os jogadores estão diretamente implicados na sua construção. Um dos objetivos do jogo é criar novas formas de sociabilidade na cidade, e se movimentar segundo as regras criadas pelo coletivo, que deverá redesenhar a nosso favor as várias camadas de limites na urbes.
REUNIÕES SEMANAIS
As reuniões acontecem em nossas casas, bares e espaços públicos para criarmos tanto o tabuleiro urbano, onde acontece a etapa imersiva do JOGO, quanto o tabuleiro virtual, espaço de articulação da rede (lista de discussão, site de relacionamento e site em construção).
A próxima reunião será quarta-feira, 27 de agosto, às 20h, no Bar Ludus http://www.ludusluderia.com.br.
Rua Treze de Maio, 972. Eles cobram um couvert artístico de R$9,00.
A idéia é ver/ experimentar os jogos, conhecer, regras, sistemas, tabuleiros, peças, etc…
SEMANA DE IMERSÃO (processo atual e previsões)
Acontece de 21 a 30 de novembro. Os dias de ação se alternam em derivas totais e imersão nos TERRITÓRIOS ANFITRIÕES. A imersão inicia-se com a festa de abertura que vai acontecer na rua, no Morro do Querosene e encerra- se com um desfile de máscaras e fantasias no Parque da Aclimação.
Tivemos a idéia de projetar os registros e outras coisas no planetário…
TERRITÓRIOS ANFITRIÕES
São lugares onde tem um ou mais jogadores residentes e mediadores que apresentam a comunidade, com seus cantos, becos, centros, histórias, problemas.
Embora o Jogo 2008 tenha como um de seus eixos o acaso, não vamos nos submeter a ele, pois existem alguns direcionamentos e interesses que nos movem. Isso fica mais claro com os temas que já foram levantados para o debate e também com a escolha de TERRITÓRIOS ANFITRIÕES.
Os anfitriões abrem suas casas e propõem circuitos para o jogo. Antes da semana de imersão, faremos um mapeamento desses lugares.
Territórios propostos:
Grajaú (Tim é o anfitrião)
Brasilândia- a confirmar
Itapecerica da Serra (Severino é o anfitrião)
Morro do Querosene (Gustavo e Tião são os anfitriões)
Morumbi- a confirmar
Luz- a confirmar
O Tim, do Imargem, será nosso anfitrião no Grajaú. Ele nos contou um pouco sobre o lugar:
- represa Bilings, área de manancial
- construção do Rodoanel (pensamos em incluir o Rodoanel nos debates da locomoção pelo ½ fio)
- 400 mil moradores
- ocupações de moradia
O Tim também falou um pouco sobre o trabalho do Imargem e do Artíxio.
Imaginamos os dispositivos abaixo para tensionar e organizar um sistema para o JOGO:
REGRAS
As regras propõem uma forma de interagir. Por hora, temos as seguintes regras, criadas coletivamente:
1- Todas as regras podem mudar.
2- A ação do jogo deve se dar prioritariamente nos espaços públicos.
3- Os movimentos dos jogadores devem buscar a interação com as pessoas.
4- É proibido alegar a condição de “artista” para realizar os trabalhos.
5- Não realizar performance com cara de performance/ fome.
6- Não mais que três pessoas no registro fotográfico e fílmico
As regras acima já estão valendo. Uma vez participando, você pode modificá-las e acrescentar novas, se todos outros jogadores concordarem.
CARTAS
Cartas para o jogo
Para criar o sistema/ dinâmica do jogo, surgiu a idéia de trabalharmos com cartas. Cada família/ naipe de carta cumpre uma função no jogo.
NAIPE DESLOCAMENTOS:
Essas cartas têm a função de apontar um trajeto geográfico (ponto de chegada e/ou forma de deslocamento). Serão retiradas a cada noite anterior ao dia de ação. Precisamos pensar num formato para essas cartas. Eu acho que tem que ser como as de baralho, com o verso igual… Já foram levantados as seguintes cartas:
Pegar o primeiro ônibus com nome de Jardim que passar
Partir do marco zero da cidade. Passar o dia sobre trilhos e percorrer os trajetos nos sentidos N, S, L e O, com possíveis descidas.
Ir para a localidade de uma notícia de jornal do dia anterior.
Escolher coordenadas e abrir o Guia de Ruas em qualquer página.
O Nando apresentou a idéia do “derivador”- uma espécie de ponteiro para você girar e seguir na direção apontada.
NAIPE FORMAS DE DECISÃO
Não foi muito discutido, mas trata-se da idéia de em caso de impasse, tirarmos uma carta que definirá se vamos tomar uma decisão a partir de:
voto
consenso
sorteio
Fulano decide
Elementos/ Mochila
Quando começaram as conversas sobre o jogo, e o EIA pensava em como transformar o projeto para potencializar nosso foco de rua, imersão, convívio, coletivo e diluição de autoria, foi definido que não receberíamos mais projetos fechados (seja de artistas independentes ou coletivos). A palavra que começamos a usar (de forma um tanto vaga e provisório) foi “elementos”:
“Vamos chamar a galera para chegar em Sampa com seus elementos”. Ok, transformamos isso em “mochila”.
Ou seja, cada um vem com sua mochila com os materiais para sua deriva urbana. Cada um tem que reservar um espaço nessa mochila para os materiais que o coletivo vai precisar (grampeador, trincha, garrafa de água). Ou seja as mochilas são ao mesmo tempo individuais e coletivas. E vamos criar dinâmicas de rodízio dessas mochilas, de tal forma que em algum momento eu vou poder trabalhar com os elementos de outro jogador. Acho que podemos listar os recursos comuns pelo site. Foi sugerido que tirássemos foto das mochilas antes e depois da semana de ação. E também de nossos cabelos…
Naipe e mochila registro
Tivemos um longo e acalorado debate sobre registro, pois muitos de nós ficamos incomodados com o fato de todo mundo levar máquina fotográfica e e ficar na ânsia do registro (num grupo de 15 tem 10 fotografando e coisas do gênero), descaracterizando a ação efêmera e presencial em nome da memória. Ao mesmo tempo, é necessário um registro. Concordamos que o registro não precisa ser sempre por foto ou vídeo. Nessas, bolamos o naipe registro com as seguintes cartas:
relato por texto
poesia
cordel
nenhum registro
foto
filmagem
desenho de observação
quadrinhos
Para resolver o problema do número de máquinas fotográficas, pensamos que terá a “mochila do registro” com uma câmara fotográfica digital, outra analógica e uma filmadora. Sortearemos a cada dia um jogador que será o registrador. Esse registrador terá que entregar um número fechado de fotos do dia, ficando assim encarregado da edição das imagens. O Nando sugeriu o número de 42 fotos por dia.
Todo final de dia de jogo, no momento bar, vamos nos reunir para avaliar o dia, sortear o ponto de encontro do dia seguinte, etc.
Embora o Jogo 2008 tenha como um de seus eixos o acaso, não vamos nos submeter a ele, pois existem alguns direcionamentos e interesses que nos movem. Isso fica mais claro com os temas que já foram levantados para o debate e também com a escolha de TERRITÓRIOS ANFITRIÕES.
Por que jogar
Em uma de nossas reuniões, fizemos uma rodada para qu cada um respondesse: “Por quê jogar?” O Guilherme propôs uma rodada em que cada um explicasse porque vai jogar. Seguem as respostas:
Acaso conjunto
Buscar um lugar de expressão que requer o outro
O jogo reúne as pessoas por ação e não por identidade
Conviver
Sair do vício
Viajar e conhecer a cidade
Ampliar universo sensorial
DEBATES
São encontros entre atores urbanos cujo objetivo é definir e ativar elementos chave para o JOGO, como: possíveis locais para casas do jogo, levantamento de mídias disponíveis para arquivar e divulgar pistas e aprofundamento de temáticas e discussões de inspiração para o desenvolvimento de um jogador urbano.
É um momento em que todos, debatedores e participantes, se reconhecem como jogadores e começam a desenhar juntos os campos de imersão. Cada debatedor apresenta suas realidades e pesquisas cotidianas na urbes e depois contribui com a criação da SEMANA DE IMERSÃO. O debatedor é um ator urbano que está envolvido com algum grupo ou comunidade urbana.
Local:
Centro Cultural Vergueiro
Rua Vergueiro, 1000 Metrô Paraíso
Data e Horário:
Todas as quintas, a partir de setembro, das 19h às 22h .
Se o debate estiver acalorado, seguimos para o bar em frente
Todos os debates:
1° debate- 11 de setembro
“Ambientes virtuais e Campos de imersão”
Objetivo: Integrar o tabuleiro cibernético aos corpos, às ruas, comunidades e cidadãos. Discutir como os ambientes virtuais podem contribuir no estabelecimento, expansão e fortalecimento das redes coletivas e como a ampliação do acesso à tecnologia e suas possibilidades são estratégicas na transformação das relações sociais.
Debatedores/ Atores Urbanos:
Diogo- integrante da Cooperativa Laudelina, desenvolve redes e sites em
software livre.
Amadeu Zoe – (Barulho.org) Mestrando em Geografia Humana na USP com o tema “A implantação da Internet no Brasil, o conceito de rede e a geografia dos fluxos informacionais no século XXI”, Amadeu é professor de “Criação de Mídias” no colégio Miguel de Cervantes. Também atua como produtor e editor da web rádio “DADA Rádio”, apresentando o programa “Electrojazz” além de produtor dos eventos e festas de rua do coleteivo barulho.org, que tem como princípio a organização de apresentações visuais e sonoras como forma a reapropriar-se temporariamente do espaço público como lugar de encontro e troca.
Lucas Bambozzi- artista plástico e video maker
2° debate- 18 de setembro
“Percurso dos resíduos e Construções urbanas sustentáveis”
Objetivo: Girar o peão para redefinir o sentido do jogo da economia da cidade por meio da análise sobre o circuito do lixo gerado pelo consumo e as alternativas para construções sustentáveis.
Debatedores/Atores urbanos:
Chelah Gonzá É permacultor e arteducador. Estudou teatro com o grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, POA-RS Foi co-fundador da Comunidade do Vale Encantado,Maquiné -RS, onde aprendeu e experimentou, além da vida comunitária, agricultura orgânica e Agrofloresta. Passou 15 anos viajando pelo Brasil,visitando comunidades, acompanhando o calendário de festas populares em diversas cidades do interior do país. Morou no IPEC (instituto de permacultura e ecovilas do cerrado) em Pirenópolis-GO. Há dois anos em São Paulo, vem se dedicando a Permacultura Urbana, com passagens pela casa dos hólons e morada da floresta,sendo que na Casa dos Hólons morou por um ano desenvolvendo eco-pasaigismo, bioconstrução dando aula-espetáculo para os alunos das escolas que visitavam a casa.
Rodrigo Barbosa, designer e artista, integrante do Esqueleto Coletivo, faz
experiências com forno solar e o uso de fontes de energia alternativas.
Augusto Citrangulo, artista plástico e educador, desenvolve didáticas a
partir de material reciclável.
3° debate- 25 de setembro
“Locomoção no meio-fio”
Objetivo: Inserir no Jogo da Experiência Imersiva Ambiental peões/atores urbanos que por necessidade ou opção utilizam veículos que não são bem acolhidos pelas vias de locomoção do tabuleiro da cidade.
Debatedores/Atores urbanos:
Eliezer Santos e ZEXE.net Grupo formado por motoboys de São Paulo que integram uma rede conectada por fotos tiradas por celulares. Os motoboys alimentam o site ZEXE.net, criado pelo artista Antoni Abad, onde retratam seu cotidiano e trocam informações.
Alexandre Delijaicov Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo (1985), mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1988) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é arquiteto do Departamento de Edificações da Secretaria de Infra-Estrutura Urbana e Obras da Prefeitura do Município de São Paulo e professor doutor do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projetos de Edificação, atuando principalmente nos seguintes temas: projeto de arquitetura de edifícios públicos, praças de equipamentos sociais, centros de estruturação urbana, CEUs, projetos de arquitetura de cidades fluviais, canais navegáveis, parques e portos fluviais urbanos, conjuntos de equipamentos públicos e ciclovias na orla fluvial urbana.
Mariana Cavalcante artista, ativista e produtora, integrante do grupo
Esqueleto Coletivo, Tranca Rua e membro da Bicicletada.
4° debate – 02 de outubro
“Artistas do Mundo, Onívoros”
Objetivo: Ativar peões que seguem procedimentos e regras da liberdade de criação para imergir, se divertir e permanecer no Jogo da cidade.
Carol Pinzan, bacharel em artes cênicas, com habilitação em direção, pela Escola de Artes e Comunicação da Universidade de São Paulo. Idealizadora, performer e diretora do projeto ÁRVORE, work in progress construído sobre premissas da performance e da intervenção urbana e desenvolvido pelo coletivo URUBUS.
Jerônimo Batista Rodrigues, dançarino e integrante do grupo Le Parkour Brasil
5° debate a confirmar
Tema: “Política do Dissenso”
Objetivo: revisão do processo do Prestes Maia através de mostra de vídeo e
conversas com membros dos coletivos que atuaram na ocasião.
Coordenação: Túlio Tavares
Quem for de fora de Sampa e quiser vir jogar, recomendamos que tentem passagens via edital no Ministério da Cultura.
http://www.cultura.gov.br/site/2008/06/23/programa-de-intercambio-e-difusao-cultural-10/
Para quem quiser vir para o EIA e/ou para o Reverberações, o edital é o próximo, com inscrições até 31 de agosto.
Seguem alguns campos que eles solicitam:
Identificação do evento
Nome Jogo EIA 2008
Cidade São Paulo
País Brasil
Período de realização (dd/mm/aaaa) De 21/11/2008 a 30/11/2008
Há quanto tempo o evento é realizado? Anualmente, desde 2004
Discorra detalhadamente sobre o evento, sobre sua importância, no que consiste e qual é a sua contribuição cultural
Trata-se de um encontro de 10 dias em São Paulo, onde se reúnem artistas e coletivos de diversas cidades do Brasil para juntos realizarem ações culturais nos espaços públicos da cidade. O Jogo EIA 2008 propõe interagir com a cidade como se ela fosse um tabuleiro. Foram mapeados “territórios anfitriões” (Bairro da Luz, Grajaú, Itapecerica da Serra, Morumbi, Brasilândia, Morro do Querosene) que funcionam como casas do tabuleiro. Cada artista soma seus elementos e idéias ao universo artísticos dos outros jogadores. A partir deste processo de criação colaborativa, o jogo acontece, levando em conta o contexto das comunidades, seus moradores e as situações apresentadas pelo acaso. Dois meses antes da Semana do Jogo EIA 2008, é organizado um ciclo de debates que aprofunda as estratégias do jogo.
O Jogo EIA 2008 é essencial em uma cidade com as dimensões e diversidade de São Paulo. Primeiro pela possibilidade de intercâmbio de artistas que trocam saberes artísticos, sociais e políticos. Depois porque esse mesmo grupo interage com pessoas que estão no espaço público e que muitas vezes não têm nenhum acesso a vivências artísticas. Por meio de linguagens como lambe-lambe, performances, instalações e intervenções urbanas o centro e a periferia da cidade ganham novas possibilidades de encontro. Depois da experiência, a rede dos participantes, que se fortalece a cada ano, pode promover encontros semelhantes em suas cidades criando um espaço de criação que é vivo, que dialoga com o contexto atual das cidades brasileiras e que não se restringe às regras e filtros de museus, galerias ou classes sociais.
Nome da entidade realizadora EIA- Experiência Imersiva Ambiental
Sítio eletrônico da entidade realizadora
Nome do dirigente responsável pela organização do evento Eduardo Verderame
Telefone 3675 1659
FAX
Correio eletrônico (e-mail) 2008eia@gmail.com
Endereço eletrônico do evento (sítio) http://eia.re
Discorra sobre a entidade realizadora do evento
O EIA é um coletivo multidisciplinar que reúne artistas visuais, arquitetos, músicos, designers, fotógrafos, jornalistas, ambientalistas, e educadores.
Há quanto tempo existe a instituição promotora do evento?
Quatro anos.
Abaixo algumas pessoas que estão envolvidas na criação do tabuleiro (o critério é se a pessoa foi a alguma reunião/ almoço, enviou contribuições por e-mail ou telefone)
Amanda Freitas- ES
André Mesquita
Batatinha
Chico Linares
Dalila Pinheiro
Diogo Laudelina
Eduardo Verderame
Érica Zíngano
Euler Sandeville
Fabiana Mitsue
Felipe Brait
Flávia Vivacqua
Flávia Sammarone
Floriana Breyer
Gisella Hiche
Giuliano
Guilherme
Gustavo São Jorge- PI
Henrique Parra
Isaumir Nascimento
Jaime Laureano
Luciana Costa
Maria Fernando Santos
Maria Marotto
Mariana Cavalcante
Mariana Marcassa
Marina Ronco
Maurício – Abelha
Milena Durante
Nando
Peetsaa
Raphaelle- França
Rodrigo Barbosa
Rodrigo Vitullo
Túlio Tavares
Wellington Neri
Yili Maria
Mais informações:
e-mail 2008eia@gmail.com
Comunidade EIA no Orkut http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=1391264
Telefones
Eduardo 11 3675 1659
Gisella 11 9637067
Milena 11 9617 0381
Opa,
Chego devagar… entrei no jogo, eu acho… li a reunião no bar, fui ao barulho.org, to mergulhando. Animada. Beeeem animada.
Inté. Naty